| Por:
Lisboa de Morais - 18/03/2005
Sobre o tema, escrevi
aí o soneto abaixo:
"R E T R A T A Ç Ã O
Escrito em 19 de junho de 2001, em Caxias-MA, a propósito do
soneto “Súplica
a Caxias”, também do mesmo autor.
Amiga, um dia desses te pedi,
servindo-me do invento de Lentino,
que por mim tu cuidasses de um mimo:
os restos do meu pai, que estão aqui.
Mas não pensei, querida amiga, em ti;
a que rumos te levara o destino;
dediquei tão somente o meu tino
ao tempo em que feliz aqui vivi.
Mas percorrendo as tuas rotas veias,
ornadas todas de andrajo e teias,
percebo agora que agi errado;
pois te salteiam muito, minha amiga;
e, perdendo as tuas per’las mais antigas,
és tu que necessitas de cuidado!
Lisboa de Moraes*
Poeta, prosador e musicista, Lisboa de Moraes ocupa a
Cadeira n.º 177 do
Diretório Acadêmico do Instituto da Poesia Internacional."
E então, que acham do assunto?
Um forte abraço e muita Paz,
do Lisboa de Moraes. |